Já pensou em arte hoje?

Certo sábado escrevi no quadro branco da equipe os seguintes dizeres:

JÁ PENSOU EM ARTE HOJE?

– música
– dança
– pintura
– escultura
– poesia
– teatro
– cinema

Usei o padrão “No Seu Espaço” do livro Padrões para Introduzir Novas Idéias. Queria deixar visível uma idéia. A idéia de usar arte dentro do ambiente de desenvolvimento de software. O curioso é que na segunda-feira, os dizeres não estavam mais no quadro. Alguém tinha apagado. Por já conhecer os padrões “A Última Maioria” (último grupo de pessoas a aceitar uma idéia nova) e “Retardatários” (grupo que nunca aceita, ou que aceita forçadamente), não me incomodei em ser impedido de expressar o que queria. Afinal, o padrão “O Suficiente” diz para respeitar o tempo de aceitação das pessoas. Uma informação de cada vez. Quem viu a mensagem viu. Quem não viu, verá numa próxima oportunidade.

Eu continuo convicto, afinal, sou um “Defensor Dedicado” e me apóio em idéias de “Grandes Personalidades”: Richard Gabriel, Paul Graham, Kent Beck, Valdemar Setzer. Tenho o aval do meu orientador Prof. Dr. Fábio Kon.

A questão que fica em aberto é: como ter arte no dia-a-dia de uma empresa de tecnologia? O que eu não estou enxergando?

1 Comment Já pensou em arte hoje?

  1. Fabiano Guazzelli da Silva

    Mas peraí! A questão não é a “empresa de tecnologia” e sim as pessoas. Existe mais “arte” em empresas ded mídia pq as pessoas estão propensas para isso. Quantas são as discussões sobre “o último cd do Tom Zé” e quantas do “último processador da Intel”. E isso se dá pq há uma cultura forte de “aquilo que não ajuda, atrapalha”. Acho que a saída está em fazer como o pessoal da Google que tem na cultura deles, coloca salas de games e etc. O problema é achar quem banque a tentativa.

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