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The Art Improving Agile Software Development

Browsing Posts published in September, 2010

Ontem, durante o I CBSoft (Congresso Brasileiro de Software), Rafael Prikladnicki e eu (representando a Locaweb e a Agilcoop) demos um mini-curso de Introdução a Métodos Ágeis. Ficamos muito felizes em saber que foi um dos cursos mais procurados do evento. No início do curso, fizemos uma dinâmica com os participantes para que escrevessem em post-its suas experiências. Eles teriam que nos dizer sua opinião sobre por que um projeto de software fracassa ou por que um projeto de software tem sucesso. Baseado nessas respostas, fomos moldando o curso, tentando responder o que Métodos Ágeis ajuda a resolver e o que não.

Uma das coisas mais interessantes foi o fato de que eu não conhecia o Rafael antes. Nós organizamos o esqueleto do curso por e-mail, nos encontramos um dia antes para acertarmos os últimos detalhes e improvisamos muito durante a apresentação. Assumimos a filosofia ágil e íamos apresentando os assuntos que mais interessavam ao cliente (no caso o nosso público). Foi uma experiência divertida.

Para quem quiser ver um pouco do conteúdo do mini-curso, aqui vão os slides.

Desde a apresentação da minha defesa de mestrado muita coisa aconteceu. Recebi comentários de várias pessoas do Brasil todo sobre a defesa e fiquei extremamente feliz com a repercussão, tanto no meio acadêmico quanto na indústria. Tive oportunidade de conhecer e conversar com muita gente interessante por causa do trabalho que fiz. Entre essas pessoas, gostaria de compartilhar aqui uma parceria que surgiu e que ainda tem muito para evoluir.

Ano passado eu estava lendo uma matéria na revista Mente e Cérebro e um artigo me chamou muito atenção. Ele foi escrito pela professora e pesquisadora Maira Fróes. O artigo falava sobre a união da Arte e da Ciência. Várias das ideias apresentadas tinham muita relação com a minha dissertação de mestrado e a minha visão pessoal sobre o que eu acredito ser Ciência.

Escrevi para a Maira parabenizando pelo artigo. Contei da minha defesa, mostrei para ela o vídeo e me ofereci para unirmos força e trabalharmos juntos em algo. Ficamos encantados, um com as ideias do outro e combinamos um encontro no Rio de Janeiro para conversarmos sobre como poderíamos de fato trabalhar juntos para evoluir esse projeto. Nesse momento ainda estamos numa fase embrionária, mas que já temos muitos elementos ricos e um bando de gente competente e talentosa envolvida no grupo, que é coordenado pela Maira.

Algumas pesquisas já estão sendo feitas e a primeira delas, que já mostrou resultados interessantes, é o de introduzir elementos artísticos em aulas de anatomia. A ideia é transformar a sala de aula de anatomia, normalmente fria e insensível, em algo vivo, emocionante. A inclusão da emoção e sensibilidade no ensino pode trazer benefícios enormes para os alunos, tanto no nível do aprendizado quanto no da experiência e vivência pessoal de cada um.

Semana passada estive junto com o grupo da Maira em Caxambu, no XXXIV Congresso da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento. Tive a oportunidade de fazer uma apresentação sobre a minha visão de unir Arte e Ciência. Vejam os slides da palestra:

Também gostaria de compartilhar aqui um pequeno vídeo da exposição criada pelo grupo da Maira e que estava sendo realizada dentro do Congresso. A exposição se chama EXPO UMA CIÊNCIA SENSÍVEL (grupo Anatomia das Paixões). Infelizmente o vídeo não expressa toda a emoção que é adentrar uma sala escura de corpos dançantes, verdadeiras obras de artes, e experimentar sensações de aprendizado sobre nomes de ossos humanos nesse ambiente.

Gostaria de deixar aberto aqui um espaço, para que as pessoas pudessem sugerir ideias ou compartilhar vivências de como podemos integrar melhor não só a Arte com a Ciência, mas Arte com Computação, ou Arte com ambiente de trabalho, de maneira que possamos incluir e integrar emoção humanas nas vivências do dia-a-dia. Todos são bem vindos a participar desse grupo!

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