Nesse vídeo eu mostro as principais vantagens do uso de Injeção de Dependência e Testes com Dublês (Stubs, Mocks, Fake Objects, Spy, Dummy Objects).

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Injeção de Dependência e Testes com Dublês

  1. Conteúdo• Exemplo• Injeção de Dependência (DI)• Testes com Dublês (Doubles)
  2. Exemplo
  3. Continuando o Exemplo• Criando interface
  4. Dependência• PhoneLister depende da interface e da implementação• Como depender somente da interface?
  5. Idéia Básica – Injeção Injeção Framework Injeção de Dependência
  6. Tipos de Injeção• Injeção Por Construtor
  7. XML
  8. Usando na aplicação
  9. Fábrica de Objetos• Singleton – Instância única compartilhada do objeto – Uso padrão, mais comum – Objetos de serviço sem estado (stateless)• Protótipos – Cada chamada cria um novo objeto• Escopos de Objetos Customizados – Objetos armazenados fora do controle do container (ex: request, session em uma aplicação Web)
  10. Fábrica de Objetos
  11. Vantagens de usar Injeção de Dependência• Ajuda a escrever código que é fácil de testar: é só criar objetos e atribuir as propriedades desejadas usando os setters• Facilita boas práticas de programação: uso de interfaces no lugar de classes• Não envasivo: o código do sistema depende o mínimo possível da API do Framework• Dependências são explícitas e evidentes• Como os componentes não precisam procurar colaboradores em tempo de execução, o código fica mais fácil de escrever e manter
  12. Frameworks para todas as linguagens• Java – Spring, PicoContainer, HiveMind• PHP – DIContainer• .NET – Spring.NET, PicoContainer.NET• Python – PyContainer, Spring Python• Ruby – Needle• Perl – IOC Module• Flex – Flicc• mais em http://en.wikipedia.org/wiki/Dependency_injection
  13. DI – Linha do Tempo
  14. Construtor ou Setter?• Construtor com parâmetros deixa claro o que é preciso para criar o objeto• Usando construtor evita campos imutáveis de serem alterados• Cuidado: construtores com muitos parâmetros podem ser um indicativo de objeto com responsabilidades demais• Construtor é ruim se tiver parâmetros simples como Strings: com setter você cria um método que identifica o que a string significa• Receita geral: comece com construtor e mude para setter se a coisa ficar complicada demais
  15. Testes com Dublês (Doubles) DoubleDummy Stub Spy Mock FakeObject
  16. Dummy Object• Objetos que nunca são usados, só servem para preencher parâmetros
  17. Stub• Provê alguns dados estáticos que serão usados nos testes• Não funciona para outras coisas além do que está no teste
  18. Spy• Muito parecido com Stub, mas com a diferença de que “grava” algumas coisas
  19. O que são Mock Objects? Years later, Mock objects are still quite controversial, often misused and sometimes misunderstood. “Pintside Thoughts: Mock Objects History” —Tim McKinnon
  20. O que são Mock Objects?• Cada pessoa entende de um jeito diferente• Terminologia ambígua• Ficou famoso inicialmente na comunidade JAVA & TDD Comportamento Estado testa interação entre testa o resultado dessas objetos interações
  21. Código Mock
  22. Fake Object• Têm uma implementação completa, mas simples• Não vai para produção• Exemplo: banco de dados em memória 23
  23. Mocks nas Linguagens• Java – EasyMock, JMock, Mockito• Ruby – Mocha, RSpec?• .NET – NMock, Rhino Mocks• Perl – Test::MockObjects• C++ – Google Mocks• PHP – Simple Test for PHP
  24. Testes com Doubles – Recapitulando DoubleDummy Stub Spy Mock FakeObject Preenche parâmetros
  25. Testes com Doubles – Recapitulando DoubleDummy Stub Spy Mock FakeObject Provê Preenche dados para parâmetros os testes
  26. Testes com Doubles – Recapitulando DoubleDummy Stub Spy Mock FakeObject Provê Provê Preenche dados para dados eparâmetros os testes grava
  27. Testes com Doubles – Recapitulando DoubleDummy Stub Spy Mock FakeObject Provê Provê Verifica Preenche dados para dados e comporta-parâmetros os testes grava mentos
  28. Testes com Doubles – Recapitulando DoubleDummy Stub Spy Mock FakeObject Provê Provê Verifica Implemen- Preenche dados para dados e comporta- taçãoparâmetros os testes grava mentos +simples
  29. QuizDublês + Injeção de Dependência = Testes
  30. Referências
    http://www.springframework.org/documentation
    http://martinfowler.com/articles/injection.html
    http://martinfowler.com/articles/mocksArentStubs.html
    http://xunitpatterns.com/
    Anil Hemrajani, Agile Java Development with Spring, Hibernate and Eclipse