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The Art Improving Agile Software Development

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CCSL sponsors the coming of two big names of Computer Science to Brazil. They will be here next week (March 30th, 31th), at the Event “Better Science Through Art” with Joe Yoder and Richard Gabriel. The event will be awesome and FREE!

Common wisdom says that science and art are entirely different beasts; moreover, a similar source of wisdom tells us that science is valuable to society while art is a luxury. Why else would schools drop art from their curricula over the past 20 years? But artists and scientists approach their work in similar if not identical ways.

In this event, Richard P. Gabriel and Joe Yoder, two big names of Computer Science, bring us details about why science and art should walk together in the same path, taking students and professors to think about the universities current research and work method.

Richard will give a talk about Designed as Designer - why conceptual integrity arises not (simply) from one mind or from a small number of agreeing resonant minds, but from sometimes hidden co-authors and the things designed themselves. Joe will also talk “When Should You Consider Meta-Architectures? and the use of Meta to Scale”

The event is FREE and will be on March 30th and 31th – from 2pm at no IME-USP, Rua do Matão, 1000 – Giglioli room

More information in the event website

Richard’s Bio

Richard P. Gabriel (Ph.D., Stanford University, 1981; MFA Creative Writing (Poetry), Warren Wilson College, 1998; ACM Fellow) performs programming language, creativity, and software engineering research at IBM Research. He is the author of five books. He played lead guitar in a rock ‘n’ roll band for 20 years.

Joe’s Bio

Joseph Yoder (Founder and Chief Architect, The Refactory, Inc.; Hillside Board President; ACM Member) is a pattern enthusiast and an author of Big Ball of Mud; he programs adaptive software, runs a development company, and consults top companies on software needs. He is an amateur photographer, motorcycle enthusiast, and enjoys dancing samba. Extended Bio

Há algum tempo, fizemos uma peça de teatro que ensina os conceitos de Domain Driven Design (DDD). O foco desse teatro é a parte de Projeto Estratégico (Strategic Design) de DDD. Essa peça é baseada no roteiro escrito pelo próprio Eric Evans. Em 2008, na QCON SF, eu participei de um Workshop de DDD com o Raph Johnson. Depois fiz a tradução do roteiro, que pode ser baixado aqui.

Para saber mais sobre DDD, leia esse post no meu blog.

No próximo sábado teremos o primeiro DevOpsDays Brasil. O evento será gratuito e terá a presença de palestrantes importantes na área de Cloud e Infra-estrutura de Internet. Quem fará o Keynote do evento será John Willis – VP de serviços da Opscode, empresa que está por trás do software Chef – um dos mais bem feitos softwares de Configuration Management.

Além do Keynote no evento, John se ofereceu para dar um curso GRATUITO de Chef. Esse curso será na 6a. feira que antecede o evento – dia 3 de dezembro – no auditório fornecido pela Caelum. O curso apresentará os seguintes tópicos:

  • Uma visão geral sobre o Chef
  • O componente Cookbook do Chef
  • Integração de Sistemas com Chef

O curso fornecerá uma visão rápida do Chef e da plataforma Opscode. Para fazer o curso é necessário apenas conhecimentos básicos em administração de sistemas. Conhecimento em Ruby é um plus. Faça já a sua inscrição, pois as vagas são limitadas! Todos os participantes do curso ganharão um voucher de 1 mês grátis no Cloud Server Pro da Locaweb.

DevOpsDays

Algumas palestras que já estão confirmadas para o evento:

John Willis: Keynote: The Agile Enterprise, Devops and Clouds

No começo, TI era limitada pelo tempo que levava para provisionar e colocar no ar uma nova infra-estrutura. Porém, com o surgimento do Cloud, podemos montar – e desmontar – um datacenter vitual inteiro instantaneamente. Isso acelera o ciclo de tempo de TI. Isso é análogo a dois outros grandes passos tecnológicos: métodos ágeis de desenvolvimento de software e o movimento “devops” de arquiteturas auto-escaláveis e auto-configuráveis. Vamos ver como o destino da nuvem, código ágil e devops estão entrelaçados, e o que isso significa para os profissionais de TI.

Nessa sessão, John Willis (o co-apresentador dos famosos podcasts Devops Café e IT Management & Cloud) nos fará entender o que é Devops e como ele pode ajudar (ou atrapalhar!) você. Essa sessão dará uma visão pragmática sobre devops, esclarecendo como Devops se aplica para você e sua empresa.

Carla Souza: Automagicaly manage your configuration

Puppet é um software open source poderoso, flexível e extensível que consiste numa linguagem declarativa para expressão configurações de sistemas, além de um cliente e um servidor para distribui-la e uma biblioteca para perceber a configuração desejada. Nessa sessão, Carla Souza mostrará as funcionalidades do Puppet, os requisitos, como funciona e porque um sysadmin irá ama-lo.

Fabio Kung: Cloud e automação: tome o controle da sua infraestrutura!

Um dos principais conceitos trazidos pelo movimento DevOps é a automação de tudo que for possível na infraestrutura. Durante esse tempo em que venho desenvolvendo produtos de Cloud, juntei algumas ideias e possibilidades que gostaria de compartilhar.

Como algumas das principais ideias e serviços do que chamamos de “Cloud” podem ajudar? Como automatizar a infraestrutura? Como isso beneficia os meus sistemas? Como isso acelera a entrega de novas funcionalidades? E a escalabilidade? Performance? Confiabilidade?

Guilherme Silveira: Deploy contínuo: pois integração contínua não basta

Integrar continuamente é uma das primeiras práticas de engenharia de software defendidas por nós agilistas. Mas ser ágil é poder se adaptar rapidamente, requer feedback rápido, inclusive do cliente. Como colocar logo em produção? Em homologação? Depois de ganhar experiência, passamos ao próximo passo natural: automatizar os processos de deploy para homologação e produção, mas passamos por questões desde dificuldades com a infraestrutura até problemas de segurança de dados. Passando por aplicações pequenas, desktop, médias, web e grandes, veremos qual a importância de efetuar deploy sempre.

Outras atrações

Além dessas palestras, o DevOpsDays terá palestras relâmpago, OpenSpaces e painéis de discussão sobre o mundo devops.

Última receita

E para animar a semana, fiquem com o vídeo do Chef Diego Cukier – meu irmão – preparando incríveis pratos no restaurante Brooklin.

É com muito orgulho que anunciamos o primeiro DevOpsDays Brasil, que será realizado no dia 4 de dezembro de 2010. O evento acontecerá num único dia – uma trilha organizada sobre uma série de painéis/apresentações onde encorajamos fortemente a discussão aberta entre os participantes.

Devopsdays é um evento aberto para discutir todos tópicos sobre como melhorar a interação entre o que é tradicionalmente considerado atividade de desenvolvimento e o que é tradicionalmente considerado atividade de operações.

Como nós montamos juntos uma agenda, estamos esperando que *VOCÊ* nos ajude a moldar o evento. A melhor maneira de garantir que você tire o máximo proveito do evento é fazer uma proposta ou sugestão sobre algum tópico que lhe interessa.

O formato será parecido com o Devopsdays US que aconteceu no início desse ano.

Os seguintes tópicos são *exemplos* de possíveis assuntos. Se você tiver outras ideias, conte-nos por favor!

  1. Sua kilometragem pode variar: Experiências e lições aprendidas ao enfrentar problemas de DevOps nas trincheiras de TI (mesmo que não tenha siado chamado de DevOps!). O bom, o ruim, as surpresas e ideias para o futuro.
  2. Infraestrutura como código: automatização é essencial para DevOps. O conceito de infraestrutura como código orienta hoje boa parte das técnicas de automação de ponta. O que significa tudo isso? Quais são as limitações?
  3. Mudanças culturais para permitir DevOps: Mudar as ferramentas é fácil se comparado a mudanças em processos e pessoas. Como podemos cultivar a cultura de uma organização para identificar e resolver problemas de DevOps?
  4. O Cloud precisa de DevOps? DevOps precisa do Cloud?: Examinando o papel que as tecnologias de Cloud podem ter para resolver problemas de DevOps e o papel que soluções DevOps podem ter para extrairmos o máximo das tecnologias de Cloud.
  5. DevOps exige visibilidade: monitoração, testes e performance: Examinando o papel das técnicas de monitoração e testes em resolver problemas de DevOps
  6. DevOps fora do mundo de Operações Web: Muito da discussão sobre DevOps tem foco em Operações Web. Esse painel é sobre levar as lições de DevOps para outras áreas de TI.
  7. Casos de negócio: Nós sabemos que resolver problemas de DevOps melhora as operações do seu negócio, mas como explicar isso ao seu CEO ou CFO? Como fazer com que os executivos comprem as ideias e invistam em soluções de DevOps?

Adicionalmente aos painéis, haverão lightning talks (palestras relâmpago) sobre vários temas. As palestras relâmpago usarão o formato “ignite” (a única regra é que são 5 minutos de apresentação usando 20 slides que passam automaticamente a cada 15 segundos). Os horários de lightning talks estão sendo preenchidos rapidamente, então se você gostaria de participar, mande sua proposta por email para proposals-brazil-2010@devopsdays.org

Para se inscrever no evento e obter mais detalhes, entre no site do devopsdays. Nos vemos lá!

Test Driven Development (TDD) is a common practice for software development, in which you write your tests before writing your code. Then you run the tests and they will fail. Then you implement the feature and the test passes. Then you write another test. Then run and fail. Then implement the feature. Then tests passes again. You repeat this process many times. Good developers are already familiar with TDD and do it on their daily-work. But what about sysadmins? How do they test their work? Is it possible for a sysadmin do TDD?

Here’s a small tip of how a sysop could get real benefits doing TDC (Test Driven Changes) to their environments. Matthias Marschall described how to do TDD in Ops world in 3 simple steps:

  1. In your monitoring system (Nagios, Zabbix, etc), write a service that monitors the problem you are trying to solve, and make sure the service shows red on your dashboard.
  2. Implement the configuration change, and have the your CM – Configuration Manager (Puppet, Chef, CfEngine, etc) roll it out to your test system.
  3. Once the service shows green on your dashboard, have your CM roll out the change to production.

So, in infrastructure world, your Test Suite is all the rules you setup in your monitoring tool. Once all your tests are green, you can “refactor” your system. If you break something, some of your tests should fail so you will know what should be fixed.

Ontem, durante o I CBSoft (Congresso Brasileiro de Software), Rafael Prikladnicki e eu (representando a Locaweb e a Agilcoop) demos um mini-curso de Introdução a Métodos Ágeis. Ficamos muito felizes em saber que foi um dos cursos mais procurados do evento. No início do curso, fizemos uma dinâmica com os participantes para que escrevessem em post-its suas experiências. Eles teriam que nos dizer sua opinião sobre por que um projeto de software fracassa ou por que um projeto de software tem sucesso. Baseado nessas respostas, fomos moldando o curso, tentando responder o que Métodos Ágeis ajuda a resolver e o que não.

Uma das coisas mais interessantes foi o fato de que eu não conhecia o Rafael antes. Nós organizamos o esqueleto do curso por e-mail, nos encontramos um dia antes para acertarmos os últimos detalhes e improvisamos muito durante a apresentação. Assumimos a filosofia ágil e íamos apresentando os assuntos que mais interessavam ao cliente (no caso o nosso público). Foi uma experiência divertida.

Para quem quiser ver um pouco do conteúdo do mini-curso, aqui vão os slides.

O modelo de Dojo que estamos acostumados é o Dojo Randori, aquele em que temos uma dupla programando (o piloto e o co-piloto) e um telão para mostrar para o resto da plateia o código que está sendo feito. A cada 5 ou 7 minutos o co-piloto ocupa o lugar do piloto e alguém da plateia ocupa o lugar do co-piloto. No Randori, todo desenvolvimento é sempre feito usando TDD.

O Dojo Kake é uma modalidade diferente de Coding Dojo. No Kake, nós temos sempre duas ou mais duplas trabalhando simultaneamente. As duplas podem resolver o mesmo problema em linguagens diferentes ou problemas diferentes. Os turnos continuam sendo de 7 minutos, porém a plateia NÃO PODE ficar olhando a dupla programar. A ideia é sentar para programar sem ter a menor noção do que estava acontecendo antes. É uma simulação da vida real: você chega para trabalhar num projeto que já começou, tem código legado. O seu par deve conseguir te explicar o que foi feito até então e vocês precisam avançar com o código. Depois de 7 minutos, o seu par sai e agora fica com você a responsabilidade de explicar para o próximo o que foi feito e continuar resolvendo o problema. Algumas regras do Kake Dojo:

  • Dois ou mais computadores, dependendo da quantidade de participantes
  • Turnos de 7 minutos
  • TDD, baby steps, refatorações continuam sendo obrigatórios
  • Divertir-se é obrigação: bater papo, contar piadas, cantar uma música, jogar video game, vale TUDO, menos olhar os outros programando
  • Comida durante toda a sessão (pizza, sanduíche de metro ou jantar gourmet)
  • No final fazemos uma retrospectiva usando a técnica dos 6 chapéus

Algumas cenas do último Dojo Kake que realizamos em 2009 podem ser vistas no vídeo:

Vamos fazer um Dojo Kake na próxima 3a. feira, dia 17 de agosto as 20h. Quem estiver interessado em participar, mande um e-mail para mim: danicuki arroba gmail ponto com.

1 – Quando e como surgiu a idéia de implantar a XP como método de desenvolvimento?

Começamos a fazer XP em 2006, no time que desenvolvia o PABX Virtual (antiga Locaweb Telecom). Quem trouxe a ideia de XP foi Daniel Cukier, um dos desenvolvedores do time na época. Ele tinha cursado em seu mestrado (IME-USP) duas disciplinas sobre Métodos Ágeis e já era membro da Agilcoop. Ja tinha adquirido certa experiência para tentar aplicar o aprendizado num projeto de verdade. O time era pequeno na época (4 desenvolvedores) e o gerente gostou bastante das ideias propostas no XP que lhes foram apresentadas. O time de Telecom era relativamente isolado dos outros times de desenvolvimento e isso facilitou as coisas. Era possível adotar a metodologia como um projeto piloto, sem afetar outras áreas ou produtos. Durante 8 meses, de outubro de 2006 até junho de 2007 o time se estabeleceu na metodologia. O produto PABX Virtual foi lançado e sua evolução em termos de funcionalidades era rápida e eficiente, com poucos bugs. A cada duas semanas, o time de Telecom lançava novidades no produto.Em paralelo a isso, Daniel Cukier e Maurício De Diana criaram um grupo de estudos de tecnologia, onde um dos assuntos estudados foi Métodos Ágeis. O grupo de estudos serviu para que as pessoas pudessem conhecer mais os detalhes não só de XP, mas também de outras metodologias como Scrum e Lean. As reuniões do grupo tinham entre 10 e 20 pessoas. Esse grupo de estudos tentou iniciar um projeto multi-equipes usando XP, mas devido às várias atribulações do dia-a-dia dos membros do grupo, o projeto não deu certo.Em meados de junho/julho de 2007 foram feitas algumas apresentações para a diretoria da empresa, com o objetivo de estimular a adoção de Métodos Ágeis em todos os times de desenvolvimento da empresa. Para convencer os diretores, foram mostrados números que demonstravam a qualidade do produto PABX, tanto em relação ao código quanto à velocidade de criação de novas funcionalidades. Na mesma época, um consultor internacional veio à empresa dar um curso para o time de produtos. Esse consultor comentou que gostava de Métodos Ágeis para desenvolver software. Isso foi a gota d’água que faltava.

No mês de agosto, a diretoria patrocinou um treinamento em Métodos Ágeis para desenvolvedores, gerentes e clientes internos de diversas áreas da empresa (até o presidente participou. A partir daí iniciou-se um processo longo e trabalhoso de adoção das práticas Ágeis dentro da empresa.

2 – Após o planejamento, quanto tempo se gastou para o método ser implantado? Seria possível nos informar o custo médio que a implantação desse método teve? Todos os objetivos da Locaweb foram alcançados?

Foram quase 2 anos de evolução das práticas ágeis dentro da empresa, até o ponto em que podemos afirmar que a Locaweb se tornou de fato uma empresa de Desenvolvimento Ágil. Durante esses anos, muitas coisas mudaram. Várias pessoas saíram da empresa e muitas outras foram contratadas. O perfil dos profissionais mudou drasticamente. No primeiro ano, as práticas de Scrum foram as mais facilmente adotadas (práticas como planejamento, estimativas, ciclos de desenvolvimento, etc.) – as práticas de engenharia e design, como testes, refatoração, integração contínua, só começaram a se estabelecer a partir do 2o. ano. A programação em pares foi uma prática que teve adoção em quase todos os times, mas também demorou 2 anos até que fosse algo arraigado na cultura da empresa. Uma vez que a Locaweb se tornou Ágil nos times de programação, essa mudança começou a impactar outras áreas da empresa: áreas como infra-estrutura, times de sysadmins, e até marketing, vendas e recursos humanos. O objetivo de estruturar a área de desenvolvimento, de forma que a empresa como um todo (diretoria, cobrança, marketing, financeiro) pudesse ter visibilidade sobre os projetos em andamento, foi atingido. Porém, a empresa continua mudando sempre, visando a melhoria contínua dos seus produtos e processos internos. A excelência em Métodos Ágeis na área de tecnologia não significou que todos os problemas fossem resolvidos, pois a empresa é grande e complexa. Mas foi um primeiro passo foi dado e novos aprendizados e ações surgiram desse passo. Então, podemos dizer que a Locaweb é uma empresa muito melhor do que era antes dos Métodos Ágeis.

3 – Houve um aumento de produtividade após a implantação de XP? Ouve uma redução do custo de produção?

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Sexta-feira dessa semana acontecerá o Oxente Rails, o maior evento de Rails do Nordeste do Brasil. O evento será em Natal e terá a presença de pessoas importantíssimas da comunidade Rails, não só do Brasil, mas do mundo todo. Veja a lista de palestrantes. Alguns deles são: David Hanson (criador do Rails), Fábio Akita (evangelista de Rails no Brasil), Vinicius Teles da ImproveIT, Fabio Kung. A abertura do evento será feita pelo Aldinho (irmão de Elomar). Com certeza esse será um dos grandes eventos do ano.

Eu vou para o Oxente Rails, onde apresentarei a palestra Pensamento e Aprendizado Ágil. Também estarei lá para bater papo com todo mundo, falar de Rails, Ruby, Agilidade e outras coisas nerds. E conforme prometido no vídeo abaixo, cantarei AO VIVO o forró do Elomar! Não perrrrrrrrrcam. A gente se vê lá, bixim danado, cabra da péxti!

O Lego Lean Game é um jogo idealizado pelo Danilo Sato e Francisco Trindade da ThoughtWorks, com o objetivo de ensinar os conceitos básicos da metodologia Lean para desenvolvimento de software de uma forma lúdica e divertida. Para quem não conhece Lean, sugiro ler o livro da Mary e do Tom Poppendieck ou visitar o site dos autores, que contém várias referências sobre o assunto.

Antes de continuar a leitura desse artigo, assista o vídeo:

Existem várias formas de se aprender algo: você pode ler um livro sobre o assunto, ouvir um podcast, ler artigos em revistas ou posts em blogs, assistir um filme. Todas as formas de aprendizado que eu citei são formas de aprendizado por análise. No aprendizado por análise usamos preferencialmente o lado esquerdo do cérebro, o lado lógico, digital, exato, verbal. Nesse tipo de aprendizado, nós olhamos para um problema e tentamos desmembra-lo as partes, tentando entender, com o pensamento, cada uma dessas partes que compõe o todo. Existe uma outra forma de aprender as coisas, o aprendizado por síntese. Nesse tipo de abordagem, nós usamos a prática, a experiência, a vivência, a execução de uma tarefa como ferramenta de aprendizado. O jogo Lego Lean Game é um ótimo exemplo de aprendizado por experiência.

Não adianta muito você ler todos os livros de Lean (ou qualquer outra metodologia) se você não praticou, não experimentou na vida real os conceitos do livro. No jogo de Lego, ficam muito claros os princípios da metodologia:

  • Eliminar desperdício – sub ou sobre-produção, espera, trabalho extra, transporte desnecessário, estoque, deslocamento, defeitos
  • Modelos Push e Pull
  • Fluxo
  • Células de Trabalho
  • Melhoria Contínua
  • Respeito ao trabalho do indivíduo

Todos esses conceitos são apenas palavras jogadas para quem ainda não entende a metodologia. Mas depois de participar dessa dinâmica, essas palavras tomam forte significado e dão abertura para insights e mudanças de comportamento.

O objetivo do Lego Lean Game é construir casas de Lego. Inicialmente monta-se uma linha de produção tradicional para a produção das casas. Depois da primeira rodada de “fabricação”, fazemos uma análise da produtividade. Depois começa-se a alterar o processo, inserindo as práticas Lean. Após cada rodada, refletimos sobre as mudanças e entendemos porque elas funcionam ou não. O mais interessante é pensar, no final, como esses princípios podem ser implementados no dia-a-dia da empresa, com o objetivo de ser mais produtivo, atendendo a demanda do mercado, com profissionais criativos e 100% aproveitados.

A Agilbits foi a consultoria que trouxe essa experiência de Lean para a Locaweb. Quem quiser saber mais sobre o jogo, ou quiser aplica-lo na sua empresa, deixe um comentário que eu encaminho para eles.

Maiores informações sobre o jogo de Lego Lean podem ser encontradas no site do Danilo Sato.

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