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No próximo sábado teremos o primeiro DevOpsDays Brasil. O evento será gratuito e terá a presença de palestrantes importantes na área de Cloud e Infra-estrutura de Internet. Quem fará o Keynote do evento será John Willis – VP de serviços da Opscode, empresa que está por trás do software Chef – um dos mais bem feitos softwares de Configuration Management.

Além do Keynote no evento, John se ofereceu para dar um curso GRATUITO de Chef. Esse curso será na 6a. feira que antecede o evento – dia 3 de dezembro – no auditório fornecido pela Caelum. O curso apresentará os seguintes tópicos:

  • Uma visão geral sobre o Chef
  • O componente Cookbook do Chef
  • Integração de Sistemas com Chef

O curso fornecerá uma visão rápida do Chef e da plataforma Opscode. Para fazer o curso é necessário apenas conhecimentos básicos em administração de sistemas. Conhecimento em Ruby é um plus. Faça já a sua inscrição, pois as vagas são limitadas! Todos os participantes do curso ganharão um voucher de 1 mês grátis no Cloud Server Pro da Locaweb.

DevOpsDays

Algumas palestras que já estão confirmadas para o evento:

John Willis: Keynote: The Agile Enterprise, Devops and Clouds

No começo, TI era limitada pelo tempo que levava para provisionar e colocar no ar uma nova infra-estrutura. Porém, com o surgimento do Cloud, podemos montar – e desmontar – um datacenter vitual inteiro instantaneamente. Isso acelera o ciclo de tempo de TI. Isso é análogo a dois outros grandes passos tecnológicos: métodos ágeis de desenvolvimento de software e o movimento “devops” de arquiteturas auto-escaláveis e auto-configuráveis. Vamos ver como o destino da nuvem, código ágil e devops estão entrelaçados, e o que isso significa para os profissionais de TI.

Nessa sessão, John Willis (o co-apresentador dos famosos podcasts Devops Café e IT Management & Cloud) nos fará entender o que é Devops e como ele pode ajudar (ou atrapalhar!) você. Essa sessão dará uma visão pragmática sobre devops, esclarecendo como Devops se aplica para você e sua empresa.

Carla Souza: Automagicaly manage your configuration

Puppet é um software open source poderoso, flexível e extensível que consiste numa linguagem declarativa para expressão configurações de sistemas, além de um cliente e um servidor para distribui-la e uma biblioteca para perceber a configuração desejada. Nessa sessão, Carla Souza mostrará as funcionalidades do Puppet, os requisitos, como funciona e porque um sysadmin irá ama-lo.

Fabio Kung: Cloud e automação: tome o controle da sua infraestrutura!

Um dos principais conceitos trazidos pelo movimento DevOps é a automação de tudo que for possível na infraestrutura. Durante esse tempo em que venho desenvolvendo produtos de Cloud, juntei algumas ideias e possibilidades que gostaria de compartilhar.

Como algumas das principais ideias e serviços do que chamamos de “Cloud” podem ajudar? Como automatizar a infraestrutura? Como isso beneficia os meus sistemas? Como isso acelera a entrega de novas funcionalidades? E a escalabilidade? Performance? Confiabilidade?

Guilherme Silveira: Deploy contínuo: pois integração contínua não basta

Integrar continuamente é uma das primeiras práticas de engenharia de software defendidas por nós agilistas. Mas ser ágil é poder se adaptar rapidamente, requer feedback rápido, inclusive do cliente. Como colocar logo em produção? Em homologação? Depois de ganhar experiência, passamos ao próximo passo natural: automatizar os processos de deploy para homologação e produção, mas passamos por questões desde dificuldades com a infraestrutura até problemas de segurança de dados. Passando por aplicações pequenas, desktop, médias, web e grandes, veremos qual a importância de efetuar deploy sempre.

Outras atrações

Além dessas palestras, o DevOpsDays terá palestras relâmpago, OpenSpaces e painéis de discussão sobre o mundo devops.

Última receita

E para animar a semana, fiquem com o vídeo do Chef Diego Cukier – meu irmão – preparando incríveis pratos no restaurante Brooklin.

É com muito orgulho que anunciamos o primeiro DevOpsDays Brasil, que será realizado no dia 4 de dezembro de 2010. O evento acontecerá num único dia – uma trilha organizada sobre uma série de painéis/apresentações onde encorajamos fortemente a discussão aberta entre os participantes.

Devopsdays é um evento aberto para discutir todos tópicos sobre como melhorar a interação entre o que é tradicionalmente considerado atividade de desenvolvimento e o que é tradicionalmente considerado atividade de operações.

Como nós montamos juntos uma agenda, estamos esperando que *VOCÊ* nos ajude a moldar o evento. A melhor maneira de garantir que você tire o máximo proveito do evento é fazer uma proposta ou sugestão sobre algum tópico que lhe interessa.

O formato será parecido com o Devopsdays US que aconteceu no início desse ano.

Os seguintes tópicos são *exemplos* de possíveis assuntos. Se você tiver outras ideias, conte-nos por favor!

  1. Sua kilometragem pode variar: Experiências e lições aprendidas ao enfrentar problemas de DevOps nas trincheiras de TI (mesmo que não tenha siado chamado de DevOps!). O bom, o ruim, as surpresas e ideias para o futuro.
  2. Infraestrutura como código: automatização é essencial para DevOps. O conceito de infraestrutura como código orienta hoje boa parte das técnicas de automação de ponta. O que significa tudo isso? Quais são as limitações?
  3. Mudanças culturais para permitir DevOps: Mudar as ferramentas é fácil se comparado a mudanças em processos e pessoas. Como podemos cultivar a cultura de uma organização para identificar e resolver problemas de DevOps?
  4. O Cloud precisa de DevOps? DevOps precisa do Cloud?: Examinando o papel que as tecnologias de Cloud podem ter para resolver problemas de DevOps e o papel que soluções DevOps podem ter para extrairmos o máximo das tecnologias de Cloud.
  5. DevOps exige visibilidade: monitoração, testes e performance: Examinando o papel das técnicas de monitoração e testes em resolver problemas de DevOps
  6. DevOps fora do mundo de Operações Web: Muito da discussão sobre DevOps tem foco em Operações Web. Esse painel é sobre levar as lições de DevOps para outras áreas de TI.
  7. Casos de negócio: Nós sabemos que resolver problemas de DevOps melhora as operações do seu negócio, mas como explicar isso ao seu CEO ou CFO? Como fazer com que os executivos comprem as ideias e invistam em soluções de DevOps?

Adicionalmente aos painéis, haverão lightning talks (palestras relâmpago) sobre vários temas. As palestras relâmpago usarão o formato “ignite” (a única regra é que são 5 minutos de apresentação usando 20 slides que passam automaticamente a cada 15 segundos). Os horários de lightning talks estão sendo preenchidos rapidamente, então se você gostaria de participar, mande sua proposta por email para proposals-brazil-2010@devopsdays.org

Para se inscrever no evento e obter mais detalhes, entre no site do devopsdays. Nos vemos lá!

Test Driven Development (TDD) is a common practice for software development, in which you write your tests before writing your code. Then you run the tests and they will fail. Then you implement the feature and the test passes. Then you write another test. Then run and fail. Then implement the feature. Then tests passes again. You repeat this process many times. Good developers are already familiar with TDD and do it on their daily-work. But what about sysadmins? How do they test their work? Is it possible for a sysadmin do TDD?

Here’s a small tip of how a sysop could get real benefits doing TDC (Test Driven Changes) to their environments. Matthias Marschall described how to do TDD in Ops world in 3 simple steps:

  1. In your monitoring system (Nagios, Zabbix, etc), write a service that monitors the problem you are trying to solve, and make sure the service shows red on your dashboard.
  2. Implement the configuration change, and have the your CM – Configuration Manager (Puppet, Chef, CfEngine, etc) roll it out to your test system.
  3. Once the service shows green on your dashboard, have your CM roll out the change to production.

So, in infrastructure world, your Test Suite is all the rules you setup in your monitoring tool. Once all your tests are green, you can “refactor” your system. If you break something, some of your tests should fail so you will know what should be fixed.

In this interview, Patrick gives us a quick start guide to the concept of DevOps. I hope you enjoy it!

Sexta passada estive no evento DevOpsDays, que aconteceu em Santa Clara (Califórnia), no escritório central do LinkedIn. O termo DevOps (criado por Patrick Debois) surgiu no final do ano passado, mais ou menos na época em que Andrew Schafer e Paul Nasrat deram uma palestra na Agile 2009 sobre Infraestrutura Ágil.

Onde Surgiu DevOps?

DevOps tem vários signifcados. O mais óbvio deles, como o próprio termo já diz, significa a união de Desenvolvedores (devs) e Operadores (ops) de Sistemas (também conhecidos como SysAdmins).

Em startups, é muito comum que não exista separação entre Devs e Ops. Nessas empresas, os técnicos sabem tanto escrever o software como dar manutenção e administrar os servidores de produção. Conforme as empresas crescem, começa a surgir a necessidade de especialização nas áreas de desenvolvimento e sysadmins (DBAs, Storages, Rede, Linux, Windows, etc). Problemas começam a surgir quando criam-se silos e a empresa fica dividida entre aqueles que criam o software e aqueles que mantém tudo funcionando em produção. Essa divisão pode ser muito nociva para a empresa, uma vez que os profissionais, ao invés de colaborarem para o sucesso da empresa, ficam num jogo de apontar o dedo um para o outro, na busca de um culpado que, convenhamos, pouco importa para o negócio.

DevOps tem o objetivo de trazer os conceitos e boas práticas aprendidas pelos Engenheiros de Software Ágeis para o mundo dos SysAdmins. Não só isso, DevOps também procura clarear para os desenvolvedores as preocupações (justas) e práticas dos SysAdmins. O principal trabalho do SysAdmin é manter tudo no ar. Qualquer coisa a mais que o desenvolvedor quiser, coloca em risco o trabalho o SysAdmin. O desenvolvedor tem que entender isso e trabalhar como parceiro do SysAdmin. Ele tem que se preocupar para que nada quebre em produção e estar disponível para ajudar o administrador caso algo dê errado. Faz parte do trabalho de devs e ops estarem alinhados e colaborarem um com o outro.
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