Random Hack of Kindness

This weekend I was working at the first Random Hack of Kindess mundial edition. There were 4 people in our team and we worked on a project called Urban Fact (Fato Urbano in Portuguese). The main idea of this project is to emphasize GOOD orBAD facts in your city. If you see someone throwing the garbage over the streets, just take a picture and post it on twitter using #urbanfact hashtag (or #fatourbano). This picture automatically  goes to the project website, where people can vote, comment and share with friends.
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Jango, Rails and RESTful – Integrating websites in 18 minutes and 18 lines of code.

Jango.com is one of the most incredible on-line radios I know and some time ago I decided to put Daniella Alcarpe songs on this site. Jango has many things that make artists life happier and easier: you pay Jango to play your songs to people who probably will like your song. For example, Daniella sings Brazilian Bossa Music, so in Jango I choosed to play her songs just for people who like this kind of music, people who listen to João Gilberto, Caetano Veloso, Chico Buarque and so on.

After songs starts playing, the artist starts to get fans. And they really come! With just 2 months of Jango, Daniella has almost 400 new fans, from all over the world.
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15 Perguntas e Respostas sobre Ciência da Computação


Nas últimas semanas troquei algumas conversas com amigos que, coincidentemente, tiveram o mesmo tema. Paralelamente a isso, fui indicado por uns professores do IME a responder um questionário que ajudará alunos ingressantes na Universidade a escolherem o curso que possivelmente definirá todo o resto de uma vida. Esse questionário será respondido por algumas pessoas e existe um grupo que está encarregado de colher as informações e colocar no site do IME-USP. Decidi tornar a resposta do meu questionário pública, para aqueles que querem saber um pouco mais sobre o que é Ciência da Computação, tanto no nível acadêmico quanto profissional. Me coloco a disposição para responder perguntas e ouvir sugestões.

1 – O que o motivou a fazer Ciência da Computação?

Eu sempre tive interesse por Computação. Comecei cedo na área, quando ganhei meu primeiro 386 em 1992, isso sem contar o TK3000 que eu ganhei quando era criança e o MSX de um amigo, com o qual eu passava horas digitando códigos em BASIC que na época se comprava em banca de jornal. Na minha primeira tentativa de entrar na faculdade, eu prestei Engenharia Mecatrônica. Eu acho que naquela eu era muito influenciado pelo que meus pais falavam e eles comentavam muito sobre essa tal de Mecatrônica. Eu prestei sem nem saber direito o que era e tive a grande sorte de não ter entrado 🙂
No ano seguinte, fiz cursinho e estudei melhor quais eram as faculdades que existiam e o que elas ofereciam. Achei que Ciência da Computação se encaixava exatamente no que eu gostava de fazer: software.

2 – O que o levou na época a escolher o BCC da USP?

Estava dentro dos meus objetivos fazer uma faculdade pública e gratuita. Não queria mais que meus pais tivessem gastos com meus estudos e me sentia capaz de entrar numa Universidade pública boa. Prestei UNESP, UNICAMP e USP, além do Mackenzie. A única que eu não entrei, por muito pouco, foi a UNICAMP. Mas mesmo se tivesse entrado, acho que escolheria a USP, não por eu considerar a melhor (acho que UNICAMP e USP são equivalentes), mas pelo fato de eu já morar em São Paulo.

3 – Como você avaliaria sua formação no BCC?

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Vipassana e Times auto-organizados

No início de janeiro, estive num retiro de meditação Vipassana. Eu já havia participado do curso 3 vezes. São 80 meditadores, 40 homens e 40 mulheres. Os cursos são ministrados num centro que fica perto da cidade de Miguel Pereira, no interior do Rio de Janeiro. Os alunos não pagam nada para participar. O sistema sobrevive graças a doações de antigos meditadores, que continuam contribuindo para que outras pessoas tenham os mesmos benefícios que eles tiveram. Além das doações, outro fator que é vital para o sucesso da Vipassana é o trabalho dos voluntários (também chamados de servidores). Enquanto os alunos ficam dedicados exclusivamente ao aprendizado da técnica de meditação, voluntários organizam todo o ambiente para que ele seja o mais confortável e ideal para o meditador. Os voluntários preparam as refeições, cuidam da limpeza e ficam a total disposição para resolver qualquer problema que algum aluno possa vir a enfrentar.

Nessa minha 4ª vez no curso, decidi fazer parte do time de voluntários. Eu aprendi muitas coisas legais nesses dias e gostaria de compartilhar com todos essa experiência.

O primeiro fato que me chamou muito atenção no grupo de servidores é que ele é um exemplo perfeito de time auto-organizado. Não existe uma hierarquia pré-determinada. O que existe (e o que de fato faz com que equipes auto-organizadas funcionem) são: Continue reading

The Art of Living

Everyone seeks peace and harmony, because this is what we lack in our lives. From time to time we all experience agitation, irritation, dishar mony. And when we suffer from these miseries, we don’t keep them to ourselves; we often distribute them to others as well. Unhappiness permeates the atmosphere around someone who is miserable, and those who come in contact with such a person also become affected. Certainly this is not a skillful way to live.

We ought to live at peace with ourselves, and at peace with others. After all, human beings are social beings, having to live in society and deal with each other. But how are we to live peacefully?
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Desenvolvendo a Inteligência Longe do Computador

No último domingo, no Encontro Ágil, fizemos uma sessão de Birds of a Feather e discutimos alternativas para pessoas de TI desenvolverem sua inteligência longe do computador. A discussão foi maravilhosa e gostaria de compartilhar com todos esse momento incrível do Encontro Ágil. O vídeo é longo, mas vale muito a pena parar um tempo para refletir sobre tudo que foi dito nessa conversa de pessoas de várias regiões do Brasil, com históricos completamente diferentes, porém, com algo em comum.

Confira o vídeo: