Dojo Ojod (ou Scrapheap Challenge)

No mês passado participamos de uma atividade promovida pela ThoghtWorks Brasil em Porto Alegre e organizada pelo Carlos Villela (CV). Eles aproveitaram a ocasião do FISL12 para organizar esse pequeno evento no confortável escritório que fica dentro do campus da PUC-RS. Foi pequeno em relação ao número de participantes (acho que éramos em uns 30), mas enorme em divertimento e aprendizado.

A brincadeira era uma espécie de Dojo, com regras um pouco exóticas. A ideia original foi do Nat Pryce e do Ivan Moore, e eles chamaram de Scrapheap Challenge, por causa do programa de TV, mas eu resolvi re-batizar para Dojo Ojod (um palíndromo de Dojo ao contrário), pois foi exatamente assim que o CV definiu (e que eu concordo muitíssimo): um Dojo ao contrário.
Continue reading

Dojo Kake

O modelo de Dojo que estamos acostumados é o Dojo Randori, aquele em que temos uma dupla programando (o piloto e o co-piloto) e um telão para mostrar para o resto da plateia o código que está sendo feito. A cada 5 ou 7 minutos o co-piloto ocupa o lugar do piloto e alguém da plateia ocupa o lugar do co-piloto. No Randori, todo desenvolvimento é sempre feito usando TDD.

O Dojo Kake é uma modalidade diferente de Coding Dojo. Continue reading

Dojo, feedback e teatro fórum

Há um tempo tivemos na empresa um treinamento sobre Feedback. Uma das atividades da tarde foi criarmos encenações onde o líder deveria conversar com um subordinado e dar feedback sobre um determinado acontecimento (i.e. não cumprimento de meta, comportamento inadequado, etc.). Duas coisas estavam sendo trabalhadas: de um lado o “ator” no papel de líder estava simulando uma situação real e aprendendo a lidar com situações difíceis do dia-a-dia de forma lúdica. Do outro estava a platéia, que podia (se) observar de fora. Continue reading